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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Conversar com o olhar.




Os caminhos que as palavras percorrem são sinuosos e nem sempre entendíveis. O bicho homem se suplantou quando o quesito é meio de comunicação, e há muito por vir...
Mas, poderíamos dizer ser eficaz?
Em alguma parte deste extenso mundo pode-se, neste momento, estar sendo escritas palavras suaves, no outro extremo podem, estas mesmas palavras, serem entendidas com rudeza. Em tempos de comunicação virtual conhecemos de fato a alma um do outro? Amo as palavras e gosto de “brincar com elas”, mas sei também como podem ser traiçoeiras. A palavra pode exercer a função de ser mordaz, felina, cortante e capciosa. Pode fazer correr rios de sangue, invisível a olho nu e, ainda assim, eficaz em seu intento.
O Homem com toda a sua inteligência científica necessita humanizar-se, caso contrário, as tecnologias e afins se voltarão contra a própria raça humana.


“Brinco com as palavras”, borboleto-as em voares suaves, sempre rumando e voando a destino de trilhas ternas e amenas. Quero serenidade para continuar a jornada planadora de palavras. Plantar flores para que venham as borboletas... E que essas borboletas povoem e farfalhem em nossos estômagos, corações e pensamentos.
Em minhas palavras quero ser uma cultivadora de paz, essa é minha meta. Esse é meu desejo. Desejar o bem sem nem mesmo pensar a quem.


Desejo paz e felicidade para todos... Cada um a sua modo, claro!

Mônica Gomes



domingo, 5 de abril de 2015

Sobre ideias e borboletas

[Borboletas monarca em reserva no México declarada Patrimônio Mundial pela Unesco]

Entre arfares e farfalhares
De canto ao outro
Entre léguas de distância

Pensamentos salutares
Um grande estouro
Numa árvore de Acácia

Passados rudimentares
Retroceder Claustro
Discernimento em ardência

Voa borboleta, voa!

Voa em liberdade
Procura horizontes perdidos
Em tua cumplicidade

Concedida alforria!!!


[José Oiticica Filho (Rio de Janeiro RJ 1906 - idem 1964). Fotógrafo, pintor, entomologista e professor.]


[Continuo sendo eu, plainando pelos meus congestionados pensamentos, Mônica Gomes]



Reflexão:
Muitas vezes em nossas vidas dizemos que evoluímos, que nos tornamos pessoas melhores...
Mas, se retornarmos ao passado, será que apenas não retrocedemos? A evolução que realmente houvera se foi?

Às vezes não...
Quiça todos nós procuremos o bem estar alheio, só assim conseguiremos o nosso. Cedamos sorrisos e teremos sorrisos retornando. Respeitemos para que sejamos respeitados. Amemos e seremos amados.
Eventualmente o acaso nos levaria a um mundo melhor. E se porventura esse mundo não acontecesse poderíamos ter o privilégio de não ter participado de um mundo egocêntrico complacente onde o narcisismo impera.





domingo, 22 de março de 2015

Por fim...

"Árvore de Borboletas"
(Um dia, no Parque Ecológico do Tiête - SP- Brasil)




Onde foram as borboletas?

Naquela Árvore que um dia vi?

Foram lá que pairaram?

Foram lá que decidiram por fim...




"Árvore de Borboletas"
(Um dia, no Parque Ecológico do Tiête - SP- Brasil)

"Árvore de Borboletas"
(Um dia, no Parque Ecológico do Tiête - SP- Brasil)


(EU, um dia, no Parque Ecológico do Tiête - SP- Brasil)




sábado, 21 de março de 2015

Ah! As borboletas... Transformando perspectivas!

Apenas ser feliz

Olhar aprazível
Olhar deslumbrativo
Olhar o mundo

Transformar perspectivas
Voar como borboletas
Arfar no ar
Farfalhar ao vento
Degustar infinito...
Firmamento
Planar no vazio.


Das borboletas
Brincadeira trêmula
Em despovoado pensamento...
Liberdade...
Felicidade...

Amar.



domingo, 15 de março de 2015

Voando... De poema em poema. De prosa em prosa.

Poema de amor


Não prolonguemos a dor,
O sofrimento afetado,
Não se façam vãs as palavras.
Que a inquietude tome seu tento,
Pois há de se viver em fornalhas
Se o proceder não fizer prática

Onde as borboletas pairavam
[as tais borboletas burlescas]
Um vazio há de jazer
Com a ausência da palavra.



Fotografia: Mônica Gomes
Título: "Árvore de borboletas"



Minha conclusão: Atinar nas sentenças, ferem mais que qualquer punhal.
Sempre, com vocês!
Beijinhos






















sábado, 14 de março de 2015

De prosa em prosa....

Caros amigos... O ser humano me surpreende!



Acredito que a mídia deveria fazer o papel de deixar o mundo mais bonito e mostrar as lindas atitudes espalhadas por nosso belo planeta! Infelizmente a mídia e as redes sociais escolhem o sensacionalismo e as tragédias. Por que não contribuir para um mundo melhor? Derramar cachoeiras de beleza e altruísmo... Bondade gera bondade.

Nossos olhos seriam preenchidos de alegrias e cores. Perceberíamos que todos somos semelhantes e com liberdade de pensar, e está ai a grande diferença que nos faz únicos.
Somos seres únicos, mas semelhantes, cada qual com a superação que lhe cabe na vida.
Conheço a mim, conheço minha vida, conheço meus atos e é justamente em mim que posso fazer a diferença. Ninguém muda ninguém. E somente eu posso mudar situações conflitantes.


A luta parte de mim e eu escolho a pessoa que quero ser, ou o olhar que quero enxergar. As perspectivas cabem a mim... e talvez, possamos fazer diferença no pequeno ciclo que nos cabe.


Sei que não nos sobra muito tempo nesta vida atribulada, mas recomendo o curta abaixo... Um curta que faz a diferença. Na minha vida fez!
Abraços carinhosos.



Eu, Mônica Gomes, de prosa em prosa.



sábado, 28 de fevereiro de 2015

A Dança das Borboletas - Zé Ramalho e Sepultura


O Homem da voz encantada... Qualquer música interpretada por Zé Ramalho já encanta com sua voz maravilhosa e macia que entra em nosso ser, percorre a alma e toca no coração... esta música, especialmente, me agrada! Juntamente com o Sepultura [nunca escondi minha predileção pelo Rock], torna-se ainda mais aprazível aos meus ouvidos!
Minha alma romanceada gosta da liberdade de voo das borboletas, que mesmo com vida tão curta, flutuam seus pequenos 'corpinhos' por onde lhes apetecem. Diria eu, da música, quero voar e dançar! Por que não dançar em um flutuar? Com o vento na face e as asas a farfalhar? Minhas borboletas tem destino certo, ilustrei-o em desenho a pouco tempo, voo imbuído pela brisa que arfam pelas asas.
E as borboletas estão invadindo!





A DANÇA DAS BORBOLETAS

As borboletas estão voando
A dança louca das borboletas
Quem vai voar não quer dançar
só quer voar, a voar
Quem vai voar não quer dançar
só quer voar, a voar

E as borboletas estão girando
Estão virando a sua cabeça
Quem vai girar não quer cair
só quer girar, não caia!
Quem vai girar não quer cair
só quer girar, não caia!

And the butterflies are invading
the apartments, cines and bars
Sewers and rivers, lakes and seas
In a "de arrepiar" twirl
Destroying windows and glass doors
Escalators and in the chimneys
They sit and "pousam" in the smog
In a rainbow if knows what it is

Se sabe o que é...Se sabe o que é...
Se sabe o que é...Se sabe o que é...

E as borboletas estão invadindo
os apartamentos, cinemas e bares
Esgotos e rios e lagos e mares
Em um rodopio de arrepiar
Derrubam janelas e portas de vidro
Escadas rolantes e nas chaminés
Se sentam e pousam em meio à fumaça
Em um arco-íris se sabe o que é

Se sabe o que é...Se sabe o que é...
Se sabe o que é...Se sabe o que é...

Se sabe o que é...Se sabe o que é...
Se sabe o que é...Se sabe o que é...

Se sabe o que é...Se sabe o que é...
Se sabe o que é...Se sabe o que é...