Versões

Versões

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Entre borboletas, poeira e vento.

Entre paixões
Que definem
Entre amores reais
Lindos dias atinem!
Sentimentos pessoais,
Um sentimento... Um amor... Concernem.
Neste peito, ademais...

...Num coração, duas almas se unem
Com grandes ideais!!!
Título: Entre borboletas, poeira e vento.
Criação: Mônica Gomes




As borboletas...

(Arte Digital: Mônica Gomes)


Aquelas borboletas...
Sim, aquelas que no estômago voavam!
Por ventura obsoletas
Procura d'um destino, vagueavam!

Outrora cheias de facetas
Com asinhas tilintavam
Dissimuladas, afetas
Sentimentos permeavam.

Voaram... Metas abjetas...
Destino encontraram
Migalhas e bagatelas
Refugio atinaram.

Onde borboletas burlescas?
Onde foi que pairaram?

















Sonhando, sonhando... Voando, voando...
Eu, Mônica Gomes.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Justiça no Amor

Existe justiça no amor?
Raridades, muito esparsas… Como as águas em nossas torneiras (em São Paulo) podem acontecer. Não tenho a pretensão de deseludir ninguém. Nem a mim!

Mas... (infelizmente) o amor nunca foi justo. Pode se passar décadas, adiantar ou retornar nos séculos afim, nem assim, encontraremos justiça no amor.


Podem existir histórias de amor lindas, mas nunca justas. Diz-se da justiça: “Justiça é um conceito abstrato que se refere a um estado ideal de interação social em que há um equilíbrio razoável e imparcial entre os interesses, riquezas e oportunidades entre as pessoas envolvidas em determinado grupo social.”

Alguém aqui, você que está lendo estas palavras, pode afirmar ou negar o que digo?...


O Amor nunca foi justo!
Nunca será justo!
Embora estejamos sempre dispostos a amar.


Pronunciem-se. Indago: Existe justiça no amor?





Certa... Errada?
Não importa! Não existem verdades absolutas.
Eu, Mônica Gomes, continuo acreditando no amor.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Sonho ao acordar

(O Cavalheiro da Triste Figura - Dom Quixote de La Mancha é um livro escrito pelo espanhol Miguel de Cervantes y Saavedra)

Cansada apenas dos sonhos
Que luto, luto...
E nada se faz!

Hei Menina,
Acorde!
Tu és capaz!

(Sonho Causado Pelo Voo de uma Abelha ao Redor de Uma Romã um Segundo Antes de Acordar - Salvador Dali.)


Sonhos, aventura para voar,
Ao vento, tempérie
De forma tenaz!

Sonhe, menina sonhe!
Ondas e turbilhões.
Sonhe, tu és audaz!

Hei Menina,
Acorde!
Tu és capaz!


(O Sonho - é um óleo sobre tela, elaborado por Pablo Picasso em 1932 no seu estúdio de Boisgeloup, perto de Paris, medindo 130 × 97 cm. O quadro representa a amante de Picasso Marie-Thérèse Walter)


Mônica Gomes, eu... Incorrigível!


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Completamente sem título...


UMA PALAVRA POR DIA.
UMA PALAVRA POR VEZ.
SUBINDO O DEGRAU DA VIDA.
DESCER OUTRA VEZ?

"Espelho d'água"
Parque Ecológico do Tietê - São Paulo - Brasil
Mônica Gomes



Eu, Mônica Gomes, caminhando e cantando e seguindo a canção...


A mão que escreve...



Forma inegável
De inestimável solidão
Põe-me a Pensar
Foste tu que andaste ou foi o coração.



Escrevesse agora
Turbulenta deterioração
Pensamentos flutuantes,

Escreve a mão, arfa a respiração.

Eu, Mônica Gomes... Caminhando e escrevendo.




segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Fotografia, pensamentos e algumas deliberações.


Ao pensarmos em história da fotografia, podemos mencionar desde experiências de químicos e alquimistas, a contar da antiguidade.  Já se ouvia falar de um fenômeno de produção de imagens pela passagem da luz através de um orifício, com Aristóteles, na Grécia antiga, por volta de 350 a.C. Sempre atraiu o interesse de cientistas e artistas desde o seu começoOs avanços nesta área são ultra rápidos, nesta geração existem os que não conhecem a Câmera Fotográfica Analógica!


A partir de então o ser humano utiliza-se da fotografia para diversos fins. Pode ser utilizada para foto jornalismo, foto documentário, para marketing, para registro da vida cotidiana, foto arte e tantos outros fins que seria difícil listar todos sem ser injusta.

Porém, atualmente, está acontecendo um evento que já vem me chamando a atenção por um tempo, o selfie.
Hoje, nas redes sociais, quem não tem uma fotografia selfie é considerado um "alienígena" nos tempos de tecnologia e comunicação.
A mais atual notícia na área (que logo deixará de ser), como o comércio não poderia deixar de aproveitar desse mercado tão vantajoso,é o "pau de selfie"!
Agora você pode tirar fotografias de várias pessoas, de uma distância razoável,  ou mesmo num ângulo inédito sem precisar esticar seus braços... Seu braço mecânico para o narcisismo...


Comecei a pensar nos vários motivos que utilizamos a fotografia, diversas finalidades... As mais romanceadas, e as que prefiro, são o registro de um momento único e a foto artística!

Nos tempo de  cliques indisciplinado em números de disparos indiscriminados, com fotografias semelhantes, acredito que perdemos a identidade e a alma!
Sim! A fotografia capta nossa alma, o olhar do fotógrafo único e admirável!



Esta geração "pau de selfie" está perdendo este olhar!


Captura da vida, da magia, da alma, do amor, da Arte!!!!!

Eu, Mônica Gomes... Mera especuladora e... Romântica irreversível!


domingo, 25 de janeiro de 2015

Oxalá... Viveria!

(Artistic Heart - Arte Digital)


Oxalá pudesse acreditar
Tomara entrasse em qualquer lugar
Quem dera meu coração
Destarte não fosse aflito.
Desta maneira tranquilizaria
Deste modo acalmaria


Em vista disso viveria!
(Stanislav Odyagailo - Roberto Palladini)

Eu, Mônica Gomes, não sou escritora, mas gosto de palavras... Roubo muita sabedoria alheia e, vez por outra, me atrevo a brincar com a grafia e escrever tolices!
Eu... Mônica Gomes, em meio à enxaqueca.



sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Faceirice


Vida faceira
Em várias rasteiras
Torna-se ligeira
Reverte em feiticeira
No nariz, coceira
Eternamente brincadeira
De palavras verdadeiras
Cósmica poeira
Alvisse loira
Respira na fogueira
Rodando na bobeira.


Se fizesse sentido, não seria asneira!

Eu, Mônica Gomes, com vontade de "falar" palavras soltas.
A vida deve ser solta e colorida.


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Continuo amando... II

Para mim, domingo, fecha-se um ciclo, fecha-se um ano... mais um.


Hoje, indo para trabalhar, e com a mudança de céu repentina, (fez-se noite num instante) constatei (novamente) como somos frágeis. Somos pequenos e frágeis diante da imensidão do Universo.

Dia triste para mim, fazem oito anos que perdi uma das pessoas mais importantes de minha vida, minha irmã. Aquela amiga única, querida cúmplice, linda de viver... Morreu...

Fiquei sem ela, de repente, numa fração de segundo há oito anos atrás, um médico me dizia a notícia. Lembro-me da dor como se fosse neste momento. Meu ar faltou. Meu coração parecia parar. (Não estou exagerando... Foi literal.) Minha querida, minha amada, minha linda, minha amiga não estava mais ali? Como assim?

Quem iria me ligar todas as manhãs para dizer-me bom dia? A quem iria confidenciar minhas dores, amores e felicidades?
Ela, linda mulher, e eu crescemos juntas e juntas sofremos e rimos...
E agora, como seria?

Continuei a jornada. Como doeu. Pareceu-me que iria morrer junto. Não morri. Estou aqui, oito anos depois...
Posso dizer que dói como se fosse hoje. Hoje, dia 14/01/2015, ainda vivo... Sem desespero, mas com aquele tipo de saudade que mescla a felicidade dos momentos vividos e a impotência frente ao não poder viver mais! É um misto desigual, porém constante. Acompanha-me.

Por conseguinte, agora, meus amados sempre me ouvem dizendo: “O importante é ser feliz, não percamos tempo com mágoas ou conversas atravessadas, minimizemos os problemas, simplifiquemos a vida. Se for para estressar-se não faça! Porque o importante é ser feliz!”



Saudade de ser feliz com você, minha irmã!




Saudade de um tempo ido... Onde o portão [baixinho] abrigava uma Caliandra Rosa, um perfume estonteante [sem existir], com o farfalhar das folhas que embriagava a juventude de cumplicidade...

(Um dia, em pensamentos e saudade... Da cumplicidade inerente e existente com minha irmã.)

Eu, Mônica Gomes.