Versões

Versões

sábado, 10 de janeiro de 2015

Continuo amando.


Voar feito pássaros
Anjos alados
Na vida aliados
Brincadeiras
Num dia Arteiro
Risos e cores
Manipulando cores
Cores de várias maneiras
Ideias e ideais
Imaginação voando

Continuo amando.

Eu, Mônica Gomes, resolvi ser feliz, brincando com palavras, imagens e cores!
Infelizmente, a modelo tem que ser eu... Rs! Direitos de imagens! Eu me dou.

Abraços quentinhos para todos!


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Nos desencontros...

            Nos desencontros...

Nos dias que se seguem
Se não sentir a falta da presença
Importante não era.

Mas não neguem
O suspiro da esperança
Entretanto, esperança erra.

As horas prosseguem
Numa eterna benquerença
Aflora quimera.

Os segundos prosseguem
Expectativa contínua pertença
Imersão da ilusão susterá?


Perniciosamente, Mônica Gomes.      

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Minutos de Vida




Por vezes a vida nos prega peças. Pega-nos de surpresa e o que parecia infinito não vale muito mais que minutos. Nada é tão forte, não existem verdades absolutas. Nos ferimos facilmente e em contrapartida a alegria percorre todo o ser com força. Somos feitos de momentos.



Somos seres sensíveis e frágeis... Deveríamos vir com aqueles selinhos de “cuidado frágil”.
Na desordem da vida, só nós mesmos somos capazes de entender o frenético caminhar. 

Será que somos mesmo?
Somos capazes de dirigir nossas vidas e antever todas as minúcias que hão de vir?


Não.

Mas, para amenizar todo o caos que a vida pode se tornar de um instante ao outro, existe a memória... Memória para saber que vale a pena cada minuto vivido, cada decisão tomada e, ainda mais, memória para nos fazer fortes e lutarmos para vivermos felizes!

CUIDADO, FRÁGIL!




(Eu, Mônica Gomes, em infindáveis deliberações e meus incorrigíveis pensamentos. A visão romanceada da vida  pode trazer graves prejuízos ao coração. Mas, eu ainda persisto em acreditar na beleza da vida!)

domingo, 4 de janeiro de 2015

Hoje…

Hoje…
Amanheci com imensas vontades…
Vontade de estudar
De produzir Arte
De conversar
De amar
De ajudar.
De tudo fiz um pouco...
Não fiz nada.


Vontade de deitar
De esquecer
De fechar os olhos
Não se preocupar.
Acabar com as vontades.
 

Voltar.
Ver...
Não. Enxergar...
Puxa... Só viver.
Difícil...
Passar este momento
Voltar a viver!

Rigidez e rigor...

Um impulso de sobrevivência.

Sonhar meus sonhos.

Arte Digital: 'Mulher na chuva - recarregado' - por VincentNoir

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Sentido em caminhar



Não faz sentido
Todo esse infinito
Coração aflito
Bobo e atônito
Entra em conflito
Sonhos irrefletidos
Tornam-se nítidos
Rotina afeita
Pleonasmo obtido
Na vida faceira.
Inocente desgraceira.
Olhar de feiticeira
Coração Resiliente
Hipossuficiente
Ante tamanha atitude autocentrada e conveniente.
Âmago lesionado

Sacrificado... Decepcionado.

Eu, Mônica Gomes.

Arte: Lucas Melo (Atrapalhado por mim, num pequeno intensivo no Photoshop para criar o clima surreal)
Lucas Silva Melo:

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Mais um ano se findou… Devo dizer de lutas! Nem todas foram vencidas.



Mas... Agora, se tem a esperança de dias novinhos. Novos para as mudanças. Quem sabe um milagre aconteça e os governos (pessoas que deveriam representar, lutar e cuidar do bem estar do povo) mudem as políticas públicas e possamos viver com dignidade. Ilusão? Sei lá! Não vim aqui para pensar em política... Não hoje!


Hoje penso no ser individual que sou. Cada um tem sua experiência única. Para mim, foi um ano de muitas preocupações, pensamentos turbulentos que se chocam feito eletricidade, causando um estrondo vez ou outra.
Somos únicos e cada qual tem “Seus fantasmas, seu enredo, seu destino”, não cabe a nenhum de nós julgarmos a vida de outrem. Cabe a cada um de nós a reflexão ao que estamos fazendo de nossas próprias vidas.

Gostaria de assegurar que tudo será diferente, mas, esse ano novinho que se apresenta, traz uma continuação e os resquícios do ano que se despediu de nós.


Gostaria dizer-te agora que serei uma nova versão... Que tudo de ruim se foi com 2014, que 2015 será repleto de dias de alegria e sucesso. Que todos os problemas ficaram para trás. Não posso!

Entretanto posso afirmar: continuarei acreditando que o ser humano pode ser bom, que somos todos iguais independente de ideias e ideais diferentes, que existem atos de bondade pouco propagados pelo mundo e, principalmente e veementemente, continuarei a sorrir... Mesmo que os dias sejam difíceis, mesmo que uma nuvem negra assole minha visão, mesmo que os sonhos sejam postos por terra.
Sempre terá um novo dia, pessoas lindas que já fazem parte de meu ser e muitas a se conhecer, um céu lindo a se olhar, novos sonhos a se sonhar, novas lutas a se combater.
Continuarei num sonho real de felicidade e amor, continuarei acreditando que (somente seres únicos que somos) podemos diferenciar um dia do outro!


Portanto, felizes dias todos os dias para todos. Feliz ano Todo!!!

Eu, Mônica Gomes, incorrigível sonhadora de visão romanceada... Maleficamente contagiante de sorrisos e ideais.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Velhos dias, dias novos...


Velhos dias, dias novos...
Assim determina-se o fim de um ano, 365 dias oficiais...

O que muda?
Na verdade acredito que cada um tem seu próprio ano novo, ano de novas expectativas e probabilidades.
Ano único e pessoal. O ano para mim começou no dia que nasci, nada para mim era antes, tudo começou dali, primeiros sorrisos, choros inconsistentes, momentos indeléveis... Dali surgiram tudo o que somos e o que se fez.
Alegrias e tristezas que construíram quem somos hoje, e a cada marco, chamado aniversário, temos a oportunidade de reflexão e remoldarmos metas ou, porque não, persistirmos nelas.
Cabe a cada um de nós o futuro e a felicidade.
E me digam? Que sentido tem essa vida se não for pela felicidade, risos e alegrias, companhia de pessoas amigas, amados e amadas?

Nada nos tira esses momentos! Pode nos ser tirado tudo, menos as lembranças dos momentos bons e a esperança de alegrias futuras... 
Sempre bem acompanhados, não é mesmo?

Eu, Mônica Gomes, sendo feliz.


domingo, 28 de dezembro de 2014

PERTENCIMENTO



Pertencimento....



Acho que é isso que falta.
Aquele pertencer a algo.
Sentir-se pertencido.
O vácuo macula a imagem etérea.
O pertencimento a um mundo fechado.
Mostra-se a cada dia mais nítido a falta do pertencer.

A dura realidade do ver e enxergar o mundo.
Emoção na surpresa da importância.
Anos de falta de pertencimento.
Deslocava-se num mundo já fechado...
Arrastava na importância que não existia.


Mostra-se. 
Segue.
Caminha.
Apura.
Constrói.
Conclui.




Eu, Mônica Gomes.


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Folhetim Real da Vida

Percebi que meu blog não é tão nonsense como eu imaginava.
Atinei que ele satisfaz a razão do meu SER e o meu SER é ser Professora de Artes! 



Lá no Metrô Vila Matilde existe um Banca de Jornal, não dessas comuns, não dessas normais que vemos a cada esquina, é uma banca para encher os olhos de qualquer apreciador de Banca de Jornal. Tem de tudo! Acredito que só não é uma livraria por falta de espaço físico...

[Divaguei...]

Bom! Tarde da noite, numa segunda, dessas que volto muito tarde da Pós Graduação, resolvi sentar no último banco da ‘lotação’... Sim, exatamente aquele que quando escolhemos é porque queremos emoção... Encostei na vidraça e fiquei submersa em meus pensamentos: "Como aquele rapaz da Banca de Jornal conseguiria fechá-la? Como conseguiria ele a difícil missão  de fazer toda aquela preciosidade caber logo ali?"

[Sim! Amo Banca de Jornal e suas infinitudes de opções.]

De repente acordei de minhas divagações, a ‘lotação’ começou a rodar. Atônita, “abri meus olhos” e olhei a minha volta. Que surpresa! No mundo real um rosto conhecido e querido examinava-me. O “Carlos”, amado aluno de tempos passados. Começamos a recordar em diálogos, tempos idos, muito bem vindos no tempo presente. Por sorte, um lugar desocupou ao meu lado; percebi que no lugar daquele menino que conheci, tinha um homem alto, bonito e, o mais importante, cheio de aspirações. Que alegria! Como é bom “ver” o sucesso, o bom caráter, a urbanidade e sapiência em pessoa tão querida. Me fez perceber e dar conta de quanto sinto falta de lecionar! Constato e repito  “que não existe mal nenhum em sonhar, principalmente quando vemos nossos sonhos se tornando realidade”.


Sempre dizia aos meus alunos: “Vocês são a melhor parte do processo educativo!”.

Hoje, tenho contato com alguns, encontro muitos, e cada um está feliz a sua maneira.
Nada levamos desta vida, somente o conhecimento e os momentos felizes que na lembrança carregamos dentro de nós. Isso ninguém nos rouba, isso ninguém nos tira, faz parte de nosso âmago. Intrínseco no correr de nossas veias. Percebo que meu sonho não é tão utópico assim e que, o que é de fato importante é amar e ser amado. É ser feliz e fazer feliz.



Invoco, façamos da vida e suas complexidades, simples! Simplesmente feliz!!!
Eu, Mônica Gomes, Professora de Artes!

domingo, 9 de novembro de 2014

Dor com Amor


De dor em dor
Nos meios sorrisos
Nos sorrisos largos...

Funde-se ao corpo
Já esmera-se em dialogar

Pertencente crônico
Pertencente infinito
Entre vidas meio atônito...

No corpo constrito
Marcado indelével
Dor indesvendável

Mas...
Funde-se ao corpo
Já esmera-se em dialogar


Meu coração (sem dor)
É puro amor
Inteiro e completo rumor

Mas...
Funde-se ao corpo
Já esmera-se em dialogar

Ouve e sente, os apurados
Sentimento mor
Em meu ser de amor.



Eu, Mônica Gomes, nonsense e irremediavelmente romântica! Perniciosa.