Versões

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Mais um ano se findou… Devo dizer de lutas! Nem todas foram vencidas.



Mas... Agora, se tem a esperança de dias novinhos. Novos para as mudanças. Quem sabe um milagre aconteça e os governos (pessoas que deveriam representar, lutar e cuidar do bem estar do povo) mudem as políticas públicas e possamos viver com dignidade. Ilusão? Sei lá! Não vim aqui para pensar em política... Não hoje!


Hoje penso no ser individual que sou. Cada um tem sua experiência única. Para mim, foi um ano de muitas preocupações, pensamentos turbulentos que se chocam feito eletricidade, causando um estrondo vez ou outra.
Somos únicos e cada qual tem “Seus fantasmas, seu enredo, seu destino”, não cabe a nenhum de nós julgarmos a vida de outrem. Cabe a cada um de nós a reflexão ao que estamos fazendo de nossas próprias vidas.

Gostaria de assegurar que tudo será diferente, mas, esse ano novinho que se apresenta, traz uma continuação e os resquícios do ano que se despediu de nós.


Gostaria dizer-te agora que serei uma nova versão... Que tudo de ruim se foi com 2014, que 2015 será repleto de dias de alegria e sucesso. Que todos os problemas ficaram para trás. Não posso!

Entretanto posso afirmar: continuarei acreditando que o ser humano pode ser bom, que somos todos iguais independente de ideias e ideais diferentes, que existem atos de bondade pouco propagados pelo mundo e, principalmente e veementemente, continuarei a sorrir... Mesmo que os dias sejam difíceis, mesmo que uma nuvem negra assole minha visão, mesmo que os sonhos sejam postos por terra.
Sempre terá um novo dia, pessoas lindas que já fazem parte de meu ser e muitas a se conhecer, um céu lindo a se olhar, novos sonhos a se sonhar, novas lutas a se combater.
Continuarei num sonho real de felicidade e amor, continuarei acreditando que (somente seres únicos que somos) podemos diferenciar um dia do outro!


Portanto, felizes dias todos os dias para todos. Feliz ano Todo!!!

Eu, Mônica Gomes, incorrigível sonhadora de visão romanceada... Maleficamente contagiante de sorrisos e ideais.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Velhos dias, dias novos...


Velhos dias, dias novos...
Assim determina-se o fim de um ano, 365 dias oficiais...

O que muda?
Na verdade acredito que cada um tem seu próprio ano novo, ano de novas expectativas e probabilidades.
Ano único e pessoal. O ano para mim começou no dia que nasci, nada para mim era antes, tudo começou dali, primeiros sorrisos, choros inconsistentes, momentos indeléveis... Dali surgiram tudo o que somos e o que se fez.
Alegrias e tristezas que construíram quem somos hoje, e a cada marco, chamado aniversário, temos a oportunidade de reflexão e remoldarmos metas ou, porque não, persistirmos nelas.
Cabe a cada um de nós o futuro e a felicidade.
E me digam? Que sentido tem essa vida se não for pela felicidade, risos e alegrias, companhia de pessoas amigas, amados e amadas?

Nada nos tira esses momentos! Pode nos ser tirado tudo, menos as lembranças dos momentos bons e a esperança de alegrias futuras... 
Sempre bem acompanhados, não é mesmo?

Eu, Mônica Gomes, sendo feliz.


domingo, 28 de dezembro de 2014

PERTENCIMENTO



Pertencimento....



Acho que é isso que falta.
Aquele pertencer a algo.
Sentir-se pertencido.
O vácuo macula a imagem etérea.
O pertencimento a um mundo fechado.
Mostra-se a cada dia mais nítido a falta do pertencer.

A dura realidade do ver e enxergar o mundo.
Emoção na surpresa da importância.
Anos de falta de pertencimento.
Deslocava-se num mundo já fechado...
Arrastava na importância que não existia.


Mostra-se. 
Segue.
Caminha.
Apura.
Constrói.
Conclui.




Eu, Mônica Gomes.


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Folhetim Real da Vida

Percebi que meu blog não é tão nonsense como eu imaginava.
Atinei que ele satisfaz a razão do meu SER e o meu SER é ser Professora de Artes! 



Lá no Metrô Vila Matilde existe um Banca de Jornal, não dessas comuns, não dessas normais que vemos a cada esquina, é uma banca para encher os olhos de qualquer apreciador de Banca de Jornal. Tem de tudo! Acredito que só não é uma livraria por falta de espaço físico...

[Divaguei...]

Bom! Tarde da noite, numa segunda, dessas que volto muito tarde da Pós Graduação, resolvi sentar no último banco da ‘lotação’... Sim, exatamente aquele que quando escolhemos é porque queremos emoção... Encostei na vidraça e fiquei submersa em meus pensamentos: "Como aquele rapaz da Banca de Jornal conseguiria fechá-la? Como conseguiria ele a difícil missão  de fazer toda aquela preciosidade caber logo ali?"

[Sim! Amo Banca de Jornal e suas infinitudes de opções.]

De repente acordei de minhas divagações, a ‘lotação’ começou a rodar. Atônita, “abri meus olhos” e olhei a minha volta. Que surpresa! No mundo real um rosto conhecido e querido examinava-me. O “Carlos”, amado aluno de tempos passados. Começamos a recordar em diálogos, tempos idos, muito bem vindos no tempo presente. Por sorte, um lugar desocupou ao meu lado; percebi que no lugar daquele menino que conheci, tinha um homem alto, bonito e, o mais importante, cheio de aspirações. Que alegria! Como é bom “ver” o sucesso, o bom caráter, a urbanidade e sapiência em pessoa tão querida. Me fez perceber e dar conta de quanto sinto falta de lecionar! Constato e repito  “que não existe mal nenhum em sonhar, principalmente quando vemos nossos sonhos se tornando realidade”.


Sempre dizia aos meus alunos: “Vocês são a melhor parte do processo educativo!”.

Hoje, tenho contato com alguns, encontro muitos, e cada um está feliz a sua maneira.
Nada levamos desta vida, somente o conhecimento e os momentos felizes que na lembrança carregamos dentro de nós. Isso ninguém nos rouba, isso ninguém nos tira, faz parte de nosso âmago. Intrínseco no correr de nossas veias. Percebo que meu sonho não é tão utópico assim e que, o que é de fato importante é amar e ser amado. É ser feliz e fazer feliz.



Invoco, façamos da vida e suas complexidades, simples! Simplesmente feliz!!!
Eu, Mônica Gomes, Professora de Artes!

domingo, 9 de novembro de 2014

Dor com Amor


De dor em dor
Nos meios sorrisos
Nos sorrisos largos...

Funde-se ao corpo
Já esmera-se em dialogar

Pertencente crônico
Pertencente infinito
Entre vidas meio atônito...

No corpo constrito
Marcado indelével
Dor indesvendável

Mas...
Funde-se ao corpo
Já esmera-se em dialogar


Meu coração (sem dor)
É puro amor
Inteiro e completo rumor

Mas...
Funde-se ao corpo
Já esmera-se em dialogar

Ouve e sente, os apurados
Sentimento mor
Em meu ser de amor.



Eu, Mônica Gomes, nonsense e irremediavelmente romântica! Perniciosa.






sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Captura na beleza do olhar (Fotógrafo: Di Santos)

Em negras nuvens que pairam
Direciona a vida em benevolência escusas
Ante matizes monocromáticas
Emerge a beleza efusa
Surge bela guerreira estonteante
Beleza pura de amor!
[Beleza dos olhos que capturam]
Beleza natural, dom real!
Dessa batalha que guerreia
brava guerreira inunda
Virais, emergentes soslaios, olhares...
de uma batalha injusta (injusta?)
Nobre amazona encanta
Robusta e integra força, com seu jeito manso
Pronta à conflagração
Em si, própria riqueza
Munida e tão graciosa
Irrompe para a contenda, vestida de bravura
Num duelo de vencedores
Trazendo na essência o amor.
                                                                                                 (Mônica Gomes)


Fotógrafo: Di Santos
Modelo: Karina Hespanhol


Fotógrafo que desde muito cedo mostrava um olhar diferenciado para o mundo!

Di Santos!


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

“O que importa é a felicidade e o amor.”


Existem Lutos… A que se lutar.
Existem dores... A se vencer.
Existem atos... A se praticar.
Existem verdades... A se dizer.

Somos um, somos humanos, somos racionais.
Acaso o amor e a felicidade não são o mais importante?!
A sabedoria, em forma de um ser humano de idade já avançada, disse-me:

“O que importa é a felicidade e o amor.”

A humanidade precisa conscientizar-se disso!
Obrigada, ‘Sabedoria’ em foma de gente!

                  (Mônica Gomes)


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

"Colheres de Cabo Comprido" [Animação e considerações]


O vídeo abaixo traz a cada um de nós momentos únicos de reflexão.
Minhas reflexões:
O egocentrismo impede que as pessoas pensem com criatividade e humanismo para acabar com a situação caótica, que se encerra,  em alternativas para ponderar a postura.
O humanismo deveria ser inerente a nós, o importar-se com o outro. Se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua desde o princípio, o momento desordenado e cruel teria sido logo resolvido. 

O individualismo não leva a lugar algum. 
O espírito humano, além de proporcionar o bem aos outros, nos faz melhor. 

Fez-me lembrar Heráclito: "Dura é a luta contra o desejo, que compra o que quer à custa da alma."





[Vídeo retirado do youtube, considerações a partir do vídeo, mas existe a Fábula: "Colheres de Cabo Comprido", é só pesquisar. Abraços fraternos!]

Colóquio ao pé do ouvido

Deliberadas emoções, com conversa e café...


Pretensão absurda de a criatura humana querer definir tão sublime sentimento; a saudade!
A palavra, de tão elevada honraria, por si se explica, sem discurso. Um paradigma de incongruências absurdamente inexplicável sentença... Um misto de alegrias na tristeza iminente da distância, eminente satisfação. As lembranças, as memórias, os olhares, sorrisos e expressão... As nuvens que no céu se alojaram em tão prazenteiro momento. Os passos, os cansaços, o descansar e aportar em nau célebre momento. O porto pressuposto de sonhos na realidade de cógnito versado momento realizável. "Um gosto misto", sensação de sabores ao acordar... Ao dormir... Vivendo nos minutos, vendavais de raciocínio. Mistura de cheiros no olfato que atina e atenua a dor dos pensamentos, alinhando as emoções que afloram.
                    (Suspiros Profundos...)
Vibra em mim a saudade. 
Confesso...
Gosto dela!
Traz-me tão nitidamente instante infame e distante, com todas suas peculiaridades dentro de minh'alma, estampa um sorriso bobo em minha face, expressão de pura felicidade... Olho ao redor, dou por mim... Acordo... Reparo... Realidade... Dou de ombros [sem relevância], que importa? Retorno para minha saudade de gosto misto e infinito, sabores únicos de turbilhão dentre sentidos incontidos.

(Eu, Mônica Gomes, em infindáveis deliberações)


domingo, 12 de outubro de 2014

Todas as crianças do Mundo...


Em vida que se aflora 
nasce a esperança
No doce olhar da criança
Em sua imaginação e criatividade
Nas agruras sediadas
Involuntárias a sua própria vontade
Segue com seu sorriso e sonhos
Almeja a viagem e contornos
As cores que em seu encantamento
Quimera seu andar traçar.
Segue aspirações, pensamentos, utopias?
Segue a criança que cresce...
Fabulação, esquece audaciosa fantasia!

Oh, criança! Não cresça em seus sonhos!
Seja o projeto de formosura pueril
No maduro adulto que aflora!...

E a nós, que já avultamos tal caminho
Retornemos, reflitamos, e por que não, devaneemos
a doce loucura do sonhar singelo infante.
Criança que um dia fomos, anseio de desvencilhar imponente!




(Eu, Mônica Gomes, eterna criança, na loucura de ser feliz.)